segunda-feira, 22 de setembro de 2008

CONGREGAÇÕES E JUVENTUDE

O Encontro Nacional de Congregações que trabalham com Juventude, organizado pelo Setor Juventude da CNBB, aconteceu de 11 a 14 de setembro na casa de retiros São José, em Belo Horizonte.

Participaram 61 pessoas, sendo, na grande maioria, religiosos e religiosas pertencentes a 26 Congregações, diretamente ligados aos trabalhos com os jovens, em 15 Estados do nosso país. Além de representantes de alguns Centros de Juventude e alguns leigos engajados nesta missão da Igreja no Brasil.

O tema central do encontro foi: “Vida e missão da Vida Religiosa no chão das Juventudes”, com o objetivo de “gerar um processo dinâmico de comunhão e participação que favoreçam o intercâmbio entre as experiências que se realizam pelas Congregações” (Cf. Doc. 85, n. 189).

O primeiro dia foi de acolhida, entrosamento e animação, motivados pelo Pe. Gisley, assessor do Setor Juventude, e Frei Rubens, assessor nacional da CRB. Á noite, Carmem Lúcia da CAJU (Casa da Juventude de Goiânia) fez memória da caminhada desses 13 anos de encontros. Entre outras provocações ela nos disse: “No caminho identificamos o processo!”

No segundo dia, pela manhã, depois da oração do Ofício Divino da Juventude, Pe. Nelito nos ajudou a refletir sobre as novas Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil (2008-2010). Divididos em seis grupo, partilhamos os anseios e as alegrias da Igreja para com a Juventude, em vista de “experimentar a alegria de ser discípula missionária, para que nossos povos tenham Vida” (DGAE n.1). À tarde, foram apresentadas duas propostas: a proposta do CELAM para a recepção do Documento de Aparecida e o Curso pós-graduação a distância em adolescência e juventude.

A oração, realizada ao ar livre com o Ofício Divino da Juventude, abriu o terceiro dia. Depois de uma memória histórica feita pela Carmem Lúcia, para observar os movimentos acontecidos ao longo da caminhada e para identificar melhor os sonhos futuros, divididos em sete grupos, os participantes tiveram a oportunidade de partilhar os projetos pastorais, junto à juventude e seus assessores. À tarde, foram apresentados elementos importantes, escolhidos nos grupos, para os cinco projetos propostos pelo Setor Juventude: Políticas públicas, mística e espiritualidade, Projeto de vida, Grupo e comunidade, Assessoria e acompanhamento.

No último dia, após a oração, Frei Rubens fez algumas colocações sobre a prioridade “juventudes” da CRB nacional. Ele disse: “Constata-se que a vida religiosa está longe da juventude e por esse motivo o foco desta prioridade são os jovens que estão fora da realidade eclesial”. Toda assembléia refletiu e contribuiu sobre esta prioridade, fazendo uma ligação com o projeto “Novas Gerações”. Também foi analisado o relacionamento das Congregações dentro do Setor Juventude, lançando propostas para o próximo encontro nacional. O compromisso geral dos participantes poderia ser resumido nestas frases: “Não tenho dúvida que somos apaixonados pela juventude” – “É um direito dos jovens ser acompanhados e um dever dos adultos acompanhá-los” – “O planejamento é muito mais que escrever um documento: é uma postura de vida”.

 

P. Luiz De Liberali

sábado, 20 de setembro de 2008

AVALIAÇÃO 2008 - AJS


O Ano nem acabou ainda e a Pastoral da Juventude da Paróquia Dom Bosco (AJS), já fez a sua avaliação como as demais Pastorais irão fazer também. Foi no sábado dia 13 de setembro no Centro Educacional Dom Bosco (CEDB). A avaliação convidava todas as Coordenações dos Grupos da AJS e boa parte delas compareceu tornando o encontro foi muito proveitoso.
Faltando pouco mais de três meses para o ano acabar, ainda temos compromisso com o nosso calendário e essa avaliação não poderia passar do mês de setembro, segundo o Conselho Pastoral Paroquial (CPP).
Seguindo um roteiro da Arquidiocese de Natal, a avaliação se iniciou às 18h20 com uma oração inicial e apresentação do roteiro. Logo em seguida quatro grupos foram formados para trabalharem os seguintes temas: Formação; Protagonizmo; Acompanhamento e Atividade Pastoral. Os quatro grupos apresentaram perfeitamente bem esses temas, muitas idéias foram partilhadas acompanhada de muitas críticas, porém, construtivas para melhorar o desempenho da AJS - Gramoré. Mais tarde, após um pequeno debate, foram discutidos pontos fortes e pontos fracos que nos próximos anos a AJS pretende melhorar ainda mais e eliminar aquilo que de ruim existiu em 2008.
Fechando a Avaliação, a Coordenação Geral deixou um dever de casa para os Grupos: Fazer um Encontro com o tema “Visão de Futuro” e entregar um relatório para a Coordenação Geral da AJS, onde eles iram fazer um resumo de tudo e entregar para o (CPP) no final de setembro.


Maratá - Natal-Gramoré/RN

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Entrevista com Niely, Coordenadora do Grupo Trindade Artes Cênicas (TAC)

Sabemos que a caminhada da AJS do Brasil está completando seus 10 anos. Para comemorar esse marco na história da Articulação, foi realizado o III Encontro Nacional da AJS em Cachoeira do Campo - MG. Como foi ser escolhida para representar a juventude de Gramoré, essa que tem tal prestígio dentro da inspetoria?
Niely: Foi uma responsabilidade grande, me senti muito lisonjeada, foi um momento de muita responsabilidade representar algo que tenho tamanho amor que é a AJS.

A maioria dos encontros esse ano, que tem como público alvo a juventude, trazem reflexões baseadas na vida de um grande homem, D.Hélder Câmara. O lema do encontro nacional foi: “Temos mil razões para viver!” Para você, o que é ter mil razões para viver?
Niely:Para nos falar sobre essa temática, tivemos a fala do bispo responsável pela juventude, D. Eduardo, que explanou muito bem essa questão. Para mim, antes de tudo, é estar vivo para que com o nosso testemunho de vida, possamos ir ao encontro do outro e falar-lhe da maravilha que é viver.

Com a experiência do Encontro Nacional da AJS, o que você como jovem, pode dizer a todos nós?
Niely:
Que independente das dificuldades de vossas vidas, ainda vale a pena viver. Lutem incansavelmente pelos seus ideais, pois só assim estará dando sentido a vida e tendo mil razões para viver.

O que mais lhe chamou a atenção no encontro?

Niely: Com certeza foi o entrosamento entre os diversos grupos (inspetorias, regiões), apesar do pouco tempo juntos, conseguimos criar bons laços de amizades. Era justamente nesse momento, que voltava o olhar para a nossa realidade local, acho que para serem jovens pertencentes à AJS, precisamos aumentar uma coisa que um dia já foi chamado de “pegajosidade salesiana”.

Quais seriam suas palavras finais?

Niely: De agradecimento a todos os coordenadores dos grupos da AJS de Gramoré, a coordenação geral, e ao meu pároco, o Pe. Alfredo, que incentivou e colaborou bastante para que eu pudesse ir.

Entrevista (Marcelo) - Foto (Geandson)